PANGEA CULTURAL

O que foi reservado a Tais Araujo e Matheus Nachtergaele em ‘Vale Tudo’

MOCINHOS - Raquel (Taís Araujo) e Poliana (Matheus Nachtergaele): ingênuos (Angélica Goudinho/TV Globo)

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Taís Araujo reclamou, com razão, pelo andamento sem ritmo de sua protagonista, Raquel, em Vale Tudo. O apagamento e invisibilidade do papel condizem com discussões sobre a representação da mulher negra no audiovisual. Papo sério, que necessita de investigações precisas e urgentes para que não se repitam erros grosseiros de um racismo estrutural ao qual a sociedade tanto se familiariza. Mas não foi só Taís que passou apagada na trama de Manuela Dias.
Como pode um ator da grandeza de Matheus Nachtergaele ter um papel tão diminuto como o de Poliana? Por outros motivos, na área da atuação, deixaram a desejar Bella Campos, fraca para o que o papel de Maria de Fatima pedia; Paolla Oliveira e sua Heleninha frágil e dondoca; e Humberto Carrão por seu Afonso mimado. Paolla e Humberto, diga-se, prejudicados por causa da direção e do texto, respectivamente.

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