Maurício Mattar entra na mira da Justiça por dívida de mais de duas décadas

O ator Maurício Mattar está sendo cobrado na Justiça por uma dívida relacionada a um episódio de agressão envolvendo um motoboy ocorrido em maio de 1999. Documentos obtidos pela coluna GENTE apontam que a defesa da vítima solicitou ao Tribunal de Justiça de São Paulo que penhorasse valores que o artista tivesse a receber de diferentes plataformas, como Spotify, Deezer, Apple Music e YouTube Music.
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Segundo a defesa do motoboy, Maurício estaria “ao longo desses anos todos se furtando ao compromisso de efetuar o pagamento de suas obrigações”, tudo isso enquanto “ostenta nas redes sociais haras e cavalos da raça manga larga, além de automóveis de luxo”. A dívida total de Mattar era estimada em R$ 203.111,70 em 7 de dezembro de 2025.
A 1ª Vara Cível de São Paulo aceitou o pedido e oficiou as diferentes plataformas quanto a solicitação do advogado. Em resposta, a defesa de Maurício Mattar pediu que nem todos os rendimentos fossem penhorados, alegando necessidade de cuidados “para que não haja o comprometimento do custeio de suas necessidades básicas” — o que foi acatado pelo Tribunal, que determinou um limite de 30% sobre os eventuais valores localizados.

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Relembre o caso
O incidente envolvendo Maurício Mattar e o motoboy aconteceu no dia 1º de maio de 1999, em São Paulo. Na ocasião, o trabalhador estava realizando entregas quando encontrou a caminhonete do ator depois de parar em um semáforo no cruzamento das ruas Funchal e Chedid Jafet.

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Nos autos, o motoboy alega que Mattar passou a provocá-lo, afirmando: “05 meu, está com sono?”. As provocações teriam continuado mesmo após o trabalhador seguir viagem, escalando para agressões na sequência. “O condutor do veículo deu uma fechada com sua caminhonete”, lançando o motoqueiro ao chão.
Após a ação, Mauricio teria supostamente agredido o rapaz, “que ficou ferido nas costas do lado esquerdo e no pescoço do lado direito”, segundo aponta o material. Os dois foram conduzidos à delegacia e, após isso, a vítima se submeteu a um tratamento físico e psicológico por cerca de seis meses.

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