Romero Brito (Valmir Moratelli/VEJA)
Continua após publicidade
Ler Resumo
Romero Britto, radicado em Miami, lança a autobiografia “A Arte da Felicidade”, repleta de fotos de personalidades que retratou. O artista não esconde sua simpatia por Donald Trump e defende a política de imigração do ex-presidente, gerando mais uma polêmica que, segundo ele, não afeta sua arte de inspirar alegria.
Este resumo foi útil?
👍👎
Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Morador convicto de Miami, Romero Britto, 63 anos, anda às voltas com eventos em torno da recém-lançada autobiografia A Arte da Felicidade, recheada de fotos de políticos e celebridades que já pintou. O rol vai de rei Charles a Barack Obama, Elon Musk e Donald Trump. Pelo atual ocupante da Casa Branca, a quem dedicou uma página inteira, não esconde a simpatia e algo mais, na defesa do presidente republicano. “Defendo a política dele de prender latinos ilegais, são pessoas perigosas”, afirma o pernambucano, que vive de polêmica e barulho e garante não se importar com as ferinas críticas sobre sua obra. “Quero que minha arte seja instrumento de inspiração e alegria”, diz.
Com reportagem de Giovanna Fraguito, Nara Boechat e Tatiana Moura
Publicado em VEJA de 23 de outubro de 2026, edição nº 3018