Degeneração macular: entenda a doença por trás da perda de visão que tirou a atriz Judi Dench do cinema

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A atriz Judi Dench, de 91 anos, revelou que sofre de degeneração macular, condição que a impede de ler e atuar. A doença, que afeta a visão central e atinge parte da população acima dos 50 anos, destrói células da retina. O diagnóstico precoce é crucial, pois, embora sem cura, tratamentos podem retardar sua progressão.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

A atriz britânica Judi Dench, de 91 anos, revelou, em entrevista à BBC do Reino Unido, que sofre de degeneração macular relacionada à idade e, devido ao problema, já não pode mais ler, atuar nos palcos e fazer filmes.
Vencedora do Oscar, Dench foi diagnosticada com a doença em 2012 e conta que hoje tem dificuldade inclusive de enxergar o rosto das pessoas.

A degeneração macular relacionada à idade, conhecida entre os médicos pela sigla DMRI, é uma condição oftalmológica mais comum com o envelhecimento marcada pela destruição progressiva de células da retina, o tecido no fundo do olho que permite a conversão dos estímulos luminosos em impulsos que serão lidos e interpretados como imagens pelo cérebro.

A enfermidade, que atinge sobretudo a mácula, a porção da retina que nos permite ter a visão central e repleta de detalhes, atinge cerca de 10% da população a partir dos 50 anos, número que se eleva a cada década de vida – três em cada dez idosos acima de 75 anos convivem com ela.

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Além da idade, fatores como propensão genética, história familiar, pressão alta e tabagismo estão associados ao maior risco de desenvolver o problema.
Sintomas, diagnóstico e tratamento
A DMRI pode ser classificada em dois tipos, a seca e a úmida, o que repercute na progressão e no tratamento do quadro.

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Em geral, os principais sinais da doença na retina são a visão central turva ou embaçada, o que prejudica a captação de detalhes, a dificuldade de ler e reconhecer rostos, a presença de manchas escuras no centro do campo visual e uma mudança na forma de perceber as cores.
A DMRI é diagnosticada por um oftalmologista, que lança mão de testes e exames específicos para comprovar a patologia.

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Como o paciente pode desenvolver a doença de forma assintomática durante anos, consultas anuais ao especialista ajudam a detectar alterações mais cedo, o que faz diferença no tratamento.
Embora não haja cura, a depender do tipo de DMRI, podem ser prescritos remédios e injeções que buscam retardar a evolução do comprometimento na retina, bem como terapias a laser e suplementos nutricionais – o plano de ação para conter a doença depende da versão e do estágio da enfermidade.

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