Eurotrash, de Christian Kracht (tradução de Gisele Eberspächer, Fósforo, 168 págs., R$ 76,40 e R$ 59,40 em e-book) (./.)
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Na Suíça, um rapaz rejeita o passado nazista de sua família — postura que, aos poucos, impacta sua mãe, uma octogenária alcoólatra. Ela reconhece ter enriquecido por causa de um investimento na indústria armamentista alemã. A dupla, então, embarca em uma última viagem de carro pelo país, distribuindo aleatoriamente essa fortuna. Com humor ácido e tom autoficcional, o escritor suíço reflete sobre a decadência de um império familiar condenável — enquanto alfineta europeus ainda ancorados em uma ideia de superioridade.