Bruna Lombardi (@brunalombardi/Instagram)
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Bruna Lombardi, eterno sex symbol dos anos 80, continua recusando a TV para se dedicar à literatura. Lançou seu 14º livro, “Mulheres que Sentem os Espíritos”, abordando luto e superação. Aos 74 anos, a atriz se prepara para uma nova fase: será avó. Uma trajetória de arte e vida.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Alçada ao posto de sex symbol dos anos 1980, Bruna Lombardi, 74 anos, ainda povoa o imaginário de quem a viu estrelar novelas e campanhas publicitárias na TV brasileira. Com forma física invejável, ela vive recebendo convites para retornar à telinha, de onde está afastada desde 2002, quando fez uma participação especial em O Quinto dos Infernos, da TV Globo. Todos, pelo menos até agora, mereceram um sonoro “não”. A atriz, que nunca se ateve à imagem que colaram a ela, em busca de outros voos, prefere se dedicar à literatura, paixão abraçada desde a juventude. Bruna acaba de lançar Mulheres que Sentem os Espíritos, seu décimo quarto livro. “Varei madrugadas sem comer nem dormir, só escrevendo”, conta. A obra trata de luto e superação, em uma jornada da protagonista pela Grécia. “Adoro mistério. A vida apresenta desafios, se não fosse assim, não haveria crescimento”, diz ela, prestes a enfrentar ela própria uma inédita condição: tornar–se avó. Seu único filho, Kim Riccelli, espera um bebê, com a mulher, Carla Labate.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boecha
Publicado em VEJA de 2 de outubro de 2026, edição nº 3015