Ed Sheeran (Paras Griffin/iHeartRadio/Getty Images)
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Ed Sheeran, conhecido pela fama de bom moço, enfrenta a maior crise da carreira. Após ter rappers que abririam seus shows cancelados por apoio à causa palestina, ele viu outros músicos deixarem sua banda e as vendas de ingressos caírem. Inicialmente negando, o cantor pediu desculpas, classificando o ataque do Hamas como horrível e a situação em Gaza como catastrófica.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Conhecido pela fama de bom moço, Ed Sheeran, 35 anos, enfrenta a maior crise da carreira. O cantor, que em 2014 doou todo o guarda-roupa a lojas de caridade e que mantém uma ONG para oferecer aulas de música a menores de 18 anos, foi cancelado depois que o rapper Macklemore deixou de abrir seus shows por manifestar apoio à causa palestina. A decisão, atribuída à pressão dos donos dos estádios, motivou a saída de outros músicos da banda, a queda nas vendas de ingressos e a diminuição do número de seguidores nas redes. Sheeran, que inicialmente havia negado qualquer responsabilidade, acabou dando o braço a torcer. “Tive que tomar decisões difíceis, cometi erros e sinto muito”, afirmou. Mesmo alegando não ser um comentarista político, contemporizou. Classificou o ataque do Hamas a Israel como sendo “horrível”, e a situação em Gaza como “catastrófica, injustificável e desproporcional”.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 25 de setembro de 2026, edição nº 3014