A ativista Luisa Mell posa para foto na sede de seu instituto, onde abriga centenas de cães e gatos, na cidade de Ribeirão Pires (SP) – 04/02/2019 (Bruno Menezes/VEJA.com)
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Luisa Mell levanta debate sobre dinheiro e solidariedade ao comparar a arrecadação de Virgínia Fonseca com a luta de resgates animais. A ativista questiona a preferência dos seguidores em doar para uma empresária rica, em vez de auxiliar organizações que enfrentam grandes dificuldades para manter suas atividades e salvar vidas.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Luisa Mell voltou a usar as redes sociais para fazer um questionamento sobre dinheiro e solidariedade. Nesta semana, a apresentadora e ativista pelos direitos dos animais criticou a mobilização de seguidores de Virgínia Fonseca, que teria arrecadado R$ 50 000 em cerca de 30 minutos durante uma transmissão ao vivo no TikTok, segundo informações publicadas na imprensa. Para Luisa, o contraste chama atenção diante das dificuldades financeiras enfrentadas por iniciativas de resgate animal.
Em uma sequência publicada nos Stories do Instagram, a ativista compartilhou notícias sobre o patrimônio e os negócios de Virgínia e chamou atenção para uma informação de faturamento de R$ 750 milhões em um ano atribuída à influenciadora. Em sua avaliação, o episódio evidencia uma diferença que considera difícil de compreender: enquanto uma personalidade com grande capacidade financeira consegue mobilizar rapidamente recursos entre seus seguidores, organizações voltadas ao atendimento de animais em situação de abandono enfrentam obstáculos para manter suas atividades.
Luisa ressaltou que não queria fazer um ataque pessoal à influenciadora. A crítica se concentrou na decisão dos seguidores sobre para onde direcionar o dinheiro. A ativista citou casos de cães vítimas de agressões, atropelamentos e doenças para ilustrar a urgência das despesas enfrentadas por quem trabalha com resgates: “Enquanto isso, estamos com muita dificuldade de pagar as contas e prosseguir com os resgates! Não é um ataque a ela. É entender o que está acontecendo! Como preferem doar dinheiro para uma empresária muito rica em vez de ajudarem os animais que tanto sofrem! “.
Na publicação, a ativista também relatou que sua equipe enfrenta dificuldades para arcar com os custos dos atendimentos e continuar realizando resgates. A comparação feita por ela colocou, de um lado, a capacidade de uma empresária conhecida de reunir dinheiro em poucos minutos e, de outro, animais que dependem de doações para tratamento, alimentação e cuidados.
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A manifestação reacende uma discussão recorrente sobre o poder de mobilização financeira de grandes influenciadores digitais. No caso de Luisa Mell, a questão se soma à atuação pública que mantém há anos em defesa dos animais. Já Virgínia, aos 27 anos, construiu uma carreira empresarial e uma ampla base de seguidores nas redes sociais, onde transmissões ao vivo também se transformaram em ferramentas de interação e arrecadação.
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