Isis Valverde está tentando engravidar pela segunda vez, após o filho Rael, do relacionamento com André Resende, desabafar que todos os colegas tinham irmãos, menos ele. Casada com Marcus Buaiz desde 2024, a atriz, 39 anos, começou o processo para uma nova gestação, mas com a demora para engravidar, decidiu investigar e descobriu uma baixa reserva ovariana.
De primeira, pensou que poderia ser uma menopausa precoce, mas os médicos descartaram a possibilidade. Depois de exames, descobriram que, por conta da doença celíaca de Isis, a quantidade de óvulos era menor que esperado para sua idade. A ginecologista Maria do Carmo, professora da UFRJ, explica que a avaliação ajuda no planejamento reprodutivo e qual será a resposta do corpo aos tratamentos. “Uma reserva ovariana menor não significa que não existam óvulos ou que uma gravidez seja impossível. O resultado precisa ser interpretado dentro do contexto da idade e da história reprodutiva de cada mulher”, comenta a especialista à coluna GENTE.
Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente
Para avaliar a situação da paciente, alguns exames podem ser feitos. Entre eles, o de hormônio antimülleriano (AMH), que através de uma amostra do sangue, apresenta estimava de folículos disponíveis dentro do ovário. Outro bastante utilizado é o contagem de folículos antrais, feito por ultrassonografia, no início do ciclo menstrual. Nele, mostra a quantidade de pequenos folículos presentes nos ovários.
Continua após a publicidade
O resultado da avaliação não pode ser considerada, sem se atentar a saúde da mulher. “O uso de anticoncepcionais, DIU hormonal ou implantes pode interferir nos níveis de AMH e, em algumas situações, levar a valores subestimados”, diz Maria. O resultado do exame não dita se as chances de gravidez são altas ou nulas, apenas uma informação importante sobre o processo.