O exame de colesterol influenciado pela genética que você deveria fazer uma vez na vida
Lipoproteína (a): ela pode ser dosada em um exame de sangue (Md Babul Hosen/ISTOCK/Getty Images)
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A Lp(a) é um colesterol ruim genético, perigoso para artérias e que aumenta o risco de infarto e AVC. Embora difícil de tratar diretamente, saber seu nível é crucial para reforçar estratégias preventivas, como baixar o LDL e controlar a pressão. A Sociedade Brasileira de Cardiologia já recomenda sua dosagem única. Drogas específicas chegam em breve.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Na sopa de letrinhas do colesterol, além de LDL, HDL e VLDL, outra sigla que cada vez mais protagoniza estudos e recomendações é a Lp(a). Falamos da lipoproteína (a), uma partícula de colesterol ruim que, agregada a outra molécula de índole inflamatória, torna-se um perigo para as artérias, aumentando o risco de infarto, AVC e outras complicações.
A Lp(a) tem uma característica muito peculiar: é determinada pela herança genética.
A má notícia é que intervenções no estilo de vida e mesmo medicamentos atuais não são páreos o suficiente para baixá-la a níveis desejáveis.
Mas há uma boa notícia: dosar essa molécula apenas uma vez na vida já permite entender quão expostos estamos a ameaças. Embora não seja possível tratar a Lp(a) em si – por enquanto -, conhecer essa informação é importante para traçar ou reforçar estratégias que ajudem a proteger ainda mais as artérias.
Esse pacote inclui tomar medidas para baixar o colesterol ruim LDL, controlar a pressão arterial, domar a glicemia, perder peso etc.
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A Lp(a) ganhou ainda mais evidência no país depois de a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) atualizar suas diretrizes de prevenção à doença cardiovascular e orientar, pela primeira vez, cuidados voltados a esse tipo de colesterol, o que depende obviamente da dosagem da substância.
A lipoproteína (a) é medida por um exame de sangue. Por ser determinada geneticamente, e menos influenciada por fatores comportamentais e ambientais, a sugestão é que seja avaliada uma vez na vida.
Segundo a diretriz da SBC, os níveis de Lp(a) não devem ultrapassar a taxa de 30 mg/ dl.
Farmacêuticas estão trabalhando neste momento em drogas capazes de baixar especificamente as taxas desse tipo de colesterol no sangue. A expectativa é que possam chegar ao mercado nos próximos dois ou três anos.









