Anvisa proíbe suplemento vendido na internet que promete melhorar disposição, libido e desempenho sexual
Marca Nutricost é alvo de nova ação da Anvisa (Foto: GI/Getty Images)
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A Anvisa proibiu a venda e propaganda de suplementos da marca Nutricost, incluindo os que prometem energia e desempenho sexual. A decisão se deu por produtos de origem desconhecida e sem registro. Entenda os riscos para a saúde e o que motivou a medida drástica da agência.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na última sexta-feira, dia 12 de junho, a proibição dos suplementos alimentares da marca Nutricost, entre eles versões que prometem aumentar a energia diária e o desejo sexual.
A resolução, publicada no Diário Oficial da União, impede a venda, fabricação, importação, divulgação e propaganda dos produtos, além de ordenar a apreensão do que está à venda.
De acordo com a Anvisa, os suplementos vinham sendo comercializados inclusive em plataformas de grande acesso, como o Mercado Livre.
A agência tomou a decisão após detectar que os produtos da Nutricost são de origem desconhecida, sem registro reconhecido no órgão regulatório.
Um dos suplementos vendidos atende pelo nome de Testorin 1000. No rótulo, as cápsulas prometem melhorar a energia e disposição diárias, além da libido e do desempenho sexual.
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A marca faz referência indireta à testosterona – hormônio associado aos predicados da embalagem – e diz ter ingredientes importados e avançados.
O problema é que, sem identificar sua origem, é impossível garantir a segurança e eficácia da fórmula, o que pode inclusive colocar consumidores em risco.










