Concorrência e crédito restrito barram avanço da indústria de dispositivos médicos
Setor de equipamentos médicos aumenta investimentos em inovação e saúde digital (MoMo Productions/Getty Images)
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Estudo da Abimo revela que o setor de equipamentos médicos no Brasil intensifica investimentos em inovação e saúde digital. Apesar da modernização e da relevância das empresas nacionais, o levantamento aponta obstáculos como alta carga tributária, burocracia e concorrência externa. Políticas públicas são cruciais para o avanço.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O setor de equipamentos médicos tem ampliado os aportes em inovação no âmbito da saúde digital. É o que revela um novo estudo elaborado pela Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (Abimo). O levantamento, realizado em maio, indica uma fase de modernização tecnológica no segmento, estimulada por investimentos em pesquisa e desenvolvimento.
Os dados reforçam a importância da cadeia de saúde nacional. Boa parte das empresas participantes possui capital 100% brasileiro e fornece insumos diretamente para o Sistema Único de Saúde (SUS), o que ajuda a fortalecer a soberania sanitária do país diante do mercado externo.
Por outro lado, a Abimo diagnostica obstáculos estruturais enfrentados pelos fabricantes de tecnologia médico-hospitalar, entre eles: a elevada carga tributária, a burocracia excessiva, a escassez de linhas de financiamento e a pressão exercida pela concorrência internacional, liderada pelos produtos chineses.
O estudo da entidade demonstra que a indústria nacional de saúde está bem estruturada tecnologicamente, mas ainda depende de um ambiente de negócios mais favorável para travar essa disputa. Para que isso aconteça, a pesquisa defende a adoção de políticas públicas que facilitem o acesso ao crédito e a simplificação dos processos regulatórios no país.









