PANGEA CULTURAL

Elba Ramalho defende cantar forró como um ato político e revolucionário

A cantora Elba Ramalho  (Itawi Albuquerque/Instagram)

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Elba Ramalho, 74, dividiu o palco com Wesley Safadão, em um encontro inédito no Festival de Verão de Salvador, no último final de semana. Nos bastidores, a artista defendeu o ato de cantar forró como político e revolucionário. Ela é uma das grandes precursoras do ritmo e exaltou que carrega o DNA do povo nordestino através de suas músicas.
“É revolucionário ser uma pessoa que preserva suas tradições, suas origens, seus costumes. Isso é um ato político. Existe um coração, que é do povo, que pulsa. Nós nordestinos temos essa representatividade de forró no mundo todo. Existe uma tradição e uma renovação. Nunca traí minha verdade. Consigo atingir todas as classes e sobreviver a todos os tempos, todos os modismos”, declarou em entrevista para a coluna GENTE.

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