PANGEA CULTURAL

Como a série gay ‘Heated Rivalry’ foi parar na briga entre Blake Lively e Justin Baldoni

Cenas de ‘Heated Rivalry’ e ‘É Assim que Acaba’ (//Divulgação)

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A disputa judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni por assédio em ‘É Assim que Acaba’ se intensifica. A defesa de Baldoni usa a série ‘Heated Rivalry’ como argumento peculiar, comparando improvisações em cenas íntimas para contestar alegações de discriminação de gênero. O caso segue para decisão em maio.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Quase dois anos após o lançamento de É Assim que Acaba, continua a todo vapor a briga judicial entre a atriz Blake Lively e Justin Baldoni, que a dirigiu e com quem compartilhou cenas nos bastidores da adaptação de Colleen Hoover. Atualmente, a disputa se concentra em torno de um processo da autoria de Lively, que alega ter sofrido assédio sexual e retaliação durante a produção do filme. Para defender o comportamento do cineasta, então, o advogado Jonathan Bach recorreu a um argumento peculiar durante uma audiência: a série Heated Rivalry, ou Rivalidade Ardente, que chega ao HBO Max brasileiro em 13 de fevereiro.
O seriado canadense adapta o livro homônimo de Rachel Reid e acompanha dois jogadores de hóquei, Shane (Hudson Williams) e Ilya (Connor Storrie), ao longo de uma década, dentro da qual se conhecem e se apaixonam, arranjando encontros de acordo com os campeonatos do esporte nos quais se enfrentam. No hemisfério norte, a série se tornou um fenômeno pela carga de conteúdo sexual: cinco dos seis episódios contêm cenas íntimas, amadas tanto por espectadores gays quanto por uma considerável parcela feminina do público.

A defesa de Lively argumenta que Baldoni improvisou beijos e afagos durante as filmagens de cenas de sexo, o que constituiria discriminação de gênero. Bach, então, citou histórias de bastidores de Heated Rivalry, nos quais ambos os atores assumidamente improvisaram certos gestos, e questionou como tal ideia seria aplicada quando os envolvidos são do mesmo sexo. O ponto da articulação é que qualquer ação de Baldoni considerada inapropriada seria resultado da dinâmica dos personagens interpretados e não um sinal de misoginia.

Nesta fase, a defesa de Baldoni tenta convencer o juiz Lewis Liman a arquivar o caso, enquanto a de Lively sugere que ambos vão a tribunal perante um júri. Até o momento, o julgamento está marcado para maio.
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