PANGEA CULTURAL

O valor milionário que antigos membros do The Police exigem de Sting

Sting, Andy Summers e Stewart Copeland em 2007 (Kevin Mazur/WireImage for KSM/Getty Images)

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Sting, do The Police, está em uma disputa milionária com ex-colegas Andy Summers e Stewart Copeland por direitos autorais. Mesmo após pagar R$ 4,6 milhões, eles podem cobrar mais de R$ 57,7 milhões, incluindo royalties de streaming. A briga envolve um antigo acordo e a interpretação de novas fontes de receita.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Documentos judiciais adquiridos pela BBC nesta semana revelam que Sting, vocalista do The Police, já pagou 647 mil libras esterlinas (cerca de 4,6 milhões de reais) aos seus antigos colegas de banda, Andy Summers and Stewart Copeland. Ainda assim, a quantia não é suficiente para esmagar uma disputa por direitos autorais que se estende desde setembro de 2025.
Ambos os músicos processaram não só Sting, como também a editora administrada pelo astro. Summer e Copeland exigem valor entre 2 e 10,75 milhões de dólares, mas seus advogados aproveitaram uma audiência ocorrida na quarta-feira 14 para afirmar que a cobrança pode passar do máximo antes estipulado, equivalente a 57,7 milhões de reais.

A quantia já paga por Sting se refere a royalties que o cantor admitiu ter deixado de pagar no passado, mas não cobre dinheiro obtido via streaming ou vendas de cópias digitais.

Os colegas de banda não são compositores da maior parte do repertório, mas alegam que um acordo oral foi firmado em 1977 e depois formalizado no papel. O consenso teria definido que Summers e Copeland seriam recompensados por contribuições valiosas às gravações. O combinado é que cada um deles compartilharia 15% da renda advinda das canções com os outros dois músicos do grupo, cobrança que chamavam de “taxa do arranjador”.
A defesa de Summers e Copeland afirma que a cobrança atual deve levar em consideração as alterações no mercado da música, hoje regido pelo streaming em vez de CDs e discos de vinil. Tampouco estão satisfeitos com o pagamento já feito por Sting, pontuando que o valor ignorou juros.

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O contra-argumento de Sting
Na visão do vocalista, contudo, ganhos do streaming contam como “apresentação pública” em vez de vendas. Ele também alega que o acordo mais recente firmado com os antigos parceiros, em 2016, deixava claro que Summers e Copeland receberiam royalties ligados “à manufatura de discos”. Confiante, a equipe legal do astro garante que o processo não tem qualquer perspectiva de sucesso. O caso irá a tribunal em breve.
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