La vie en rose, só que não: dois presidentes da França em maus lençóis
Cortando um dobrado para governar sem maioria desde a infeliz convocação de uma eleição fora de hora que tinha tudo para perder, e perdeu, o presidente francês Emmanuel Macron, 47 anos, ainda passou pelo dissabor de ser fotografado levando um tapa na cara da mulher, Brigitte, 72, pouco antes de desembarcarem de um avião no Vietnã. “Estávamos brincando, como fazemos com frequência”, tentou despistar Macron, sem convencer ninguém. Capaz até que tenha sentido um tiquinho de inveja do ex-presidente e adversário político Nicolas Sarkozy, 70: primeiro chefe de Estado francês a ser condenado a cinco anos de reclusão por “associação criminosa” em financiamento ilegal da campanha, Sarkozy apresentou-se de mãos dadas com a mulher, a cantora Carla Bruni, 57, e dela ganhou um beijo de despedida. A prisão, aliás, durou pouco: menos de um mês depois, saiu em liberdade condicional. Bruni estava lá para recebê-lo.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 24 de dezembro de 2025, edição nº 2976
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