A dor que veio depois do fogo pelos olhos de Teresa Villaverde
Teresa Villaverde (Lisboa, 1966) é uma realizadora rara: só filma quando tem algo para dizer, e não avança para o filme seguinte sem ter “entregado ao público” o anterior. “Uma pessoa só se liberta mesmo do filme quando vai para o público”, explica ao Ípsilon, “e é-me impossível conseguir começar a escrever outro sem estrear o anterior.” E só então confessa ter-se distanciado o suficiente do que fez para começar a perceber o que ali se esconde.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










