João Proença: reforma laboral assenta no “pressuposto de que os trabalhadores não fazem parte da empresa”
João Proença, antigo líder da UGT, diz que em “nada, nada” se compara a actual situação com a de 2012, quando a central sindical teve de aceitar uma profunda alteração das leis laborais. “Sem aquele acordo entrava-se num clima de conflitualidade e o país teria uma crise económica e social extremamente grave”, sublinha. O que a ministra do Trabalho está a tentar impor é “uma série de linhas vermelhas e visões de carácter ideológico”, avisa.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










