CIÊNCIA

A suprema arte da invisibilidade numa ópera-BD que quer fazer o nunca feito

“Isso é impossível!” Não há frase que Luís Soldado mais goste de ouvir. E ela tem surgido várias vezes na nova produção da Arepo — Associação de Ópera e Artes Contemporâneas. O grupo está a adaptar, para ópera de câmara, A Arte Suprema, a novela gráfica de António Jorge Gonçalves e Rui Zink, e as impossibilidades são muitas. Algumas ainda por resolver num dos últimos ensaios antes da estreia, esta sexta-feira, às 20h, no Centro de Artes e Criatividade (CAC) de Torres Vedras, com repetição às 21h30. “Quando somos ousados corremos mais riscos, mas também temos o seu reverso: tudo é mais estimulante e divertido”, garante o compositor.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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