CIÊNCIA

Curaçau, Haiti e Panamá vão ao Mundial 2026

Curaçau tornou-se na última madrugada a mais pequena nação a qualificar-se para um Mundial de futebol, com Panamá e Haiti a assegurarem o regresso à competição, depois de assegurarem as vagas directas na América do Norte, Central e Caraíbas (Concacaf).Com as três mais fortes equipas da Concacaf – Estados Unidos, Canadá e México – já apuradas por serem anfitriãs do Mundial 2026, a possibilidade de estarem no torneio, que será pela primeira vez disputado por 48 equipas, abria-se para outras selecções, com o Curaçau a garantir a estreia, o Haiti a regressar 52 depois e o Panamá a ter a segunda presença, após 2018.A equipa de Curaçau, que pode conhecer melhor neste artigo, vai estar estar no Mundial 2026 depois de empatar a zero na visita à Jamaica, o resultado que necessitava para se qualificar. Vai tornar-se a nação mais pequena em população, superando a Islândia, e em território, que seria Cabo Verde, que também se vai estrear em 2026.Curaçau terminou o Grupo B com 12 pontos, mais um do que a Jamaica, mais quatro do que Trindade e Tobago, que, com Jerrin Jackie (Gouveia) a titular, empatou a dois com Bermuda, que somou os primeiros pontos.O Haiti, com Leverton Pierre do Vizela no “onze”, apenas tinha estado no Mundial em 1974, perdendo os três encontros, e regressa agora depois de vencer em casa a Nicarágua, por 2-0, terminando o Grupo C com 11 pontos, mais dois do que as Honduras, quatro do que a Costa Rica e sete do que a Nicarágua.


Com o empate a zero em casa com as Honduras, a Costa Rica, com Alvaro Zamora (Académico de Viseu) a titular e Kevin Chamorro (Rio Ave) e Patrick Sequeira (Casa Pia) no banco, falhou o acesso ao play-off intercontinental, que vai ser disputado por Jamaica e Suriname.O Suriname ainda tinha possibilidade de se apurar directamente para o Mundial, mas acabou por perder em casa da Guatemala, por 3-1, permitindo ao Panamá vencer o Grupo A, graças a um triunfo na recepção a El Salvador, por 3-0.O Panamá, que repete a presença do Mundial de 2018, no qual perdeu os três jogos, venceu o Grupo A, com 12 pontos, mais três do que o Suriname, quatro do que a Guatemala e nove do que El Salvador.

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