A gestão da saúde em Portugal – em espera
As críticas ao funcionamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS) são hoje consensuais e as intervenções públicas dos candidatos presidenciais têm sido disso reflexo. Num estilo talvez mais contundente, o almirante Gouveia e Melo foi especialmente taxativo ao afirmar que o SNS era “presa fácil para os interesses instalados”. Mas outras personalidades públicas vão afinando pelo mesmo diapasão e, também há dias, a presidente do Conselho das Finanças Públicas alertava para a existência de “ineficiências sérias” e “desperdícios” na gestão do SNS. Numa altura em que o Governo se prepara para um corte de 10% na aquisição de bens e serviços na Saúde – que o senhor primeiro-ministro requalificou como uma mera “optimização” da despesa pública…! –, importa questionar: será que o problema está no montante de recursos ou na organização através da qual os recursos são geridos?Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










