Sócrates continua a gozar com a justiça. E há quem goste
Pedro Delille decidiu renunciar ao seu mandato como advogado de José Sócrates – e simplesmente desapareceu do julgamento. Comunicou que a sua posição tinha “efeitos imediatos”, não compareceu em tribunal e não assegurou a sua substituição, ao contrário daquilo que o processo penal indica – o advogado que renuncia ao seu mandato deve assegurar a defesa do seu cliente até que este constitua novo mandatário no prazo de 20 dias. Não aconteceu porque José Sócrates não quis que acontecesse.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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