Carlão, Salvador Sobral, Capicua e Clã Juntos por Gaza em Dezembro no CCB
Carlão, Sérgio Godinho, Salvador Sobral, Capicua, Clã, Jorge Palma e Selma Uamusse estão entre os artistas que actuam em 4 de Dezembro no concerto de angariação de fundos Juntos por Gaza, em Lisboa, foi nesta segunda-feira anunciado.O espectáculo está marcado para 4 de Dezembro no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém e o valor angariado, com a venda de bilhetes e através de doações, reverte para a agência da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, na sigla em inglês), de acordo com a organização do Juntos por Gaza, num comunicado enviado à Lusa.Ana Lua Caiano, Bárbara Tinoco, Cara de Espelho, Capicua, Carlão, Clã, Cristina Branco, Filipe Raposo, Jorge Palma, Mais Hriesh, Mário Laginha, Salvador Sobral, Selma Uamusse e Sérgio Godinho são os artistas que “vão juntar a sua voz à de tantas e tantos que se manifestam contra a violência e pela paz, num momento crítico”.
O espectáculo Juntos por Gaza é promovido pela Fundação José Saramago e a Associação Pão a Pão, em parceria com o Centro Cultural de Belém e a RTP.Os bilhetes já estão à venda e os preços variam entre os 15 e os 35 euros.Além da receita de bilheteira deste concerto, serão também angariados, a partir de 4 de Dezembro, fundos através de donativos que cheguem via MB Way, através do número + 351 927 301 000, e transferência bancária, para o IBAN PT50.0036.0063.99100091709.19.O conflito israelo-palestiniano escalou em 2023 com uma ofensiva de Israel em Gaza, desencadeada por um ataque do Hamas em território israelita.A retaliação de Israel ao ataque de 7 de Outubro de 2023, que fez 1200 mortos e 251 reféns, provocou mais de 67 mil mortos e de 170 mil feridos, a maioria civis, de acordo com dados do Ministério da Saúde de Gaza (tutelado pelo Hamas), que a ONU considera credíveis.A ofensiva israelita também destruiu quase todas as infra-estruturas de Gaza e provocou a deslocação forçada de centenas de milhares de pessoas.Israel também ainda mantém um bloqueio à entrega de ajuda humanitária no enclave, onde mais de 400 pessoas já morreram de desnutrição e fome, a maioria crianças.










