Governo mexe no diploma das urgências regionais, mas ainda não convence médicos
O Governo faz algumas alterações no diploma que cria as urgências regionais, retirando a referência clara à possibilidade de as administrações das Unidades Locais de Saúde (ULS) poderem determinar trabalhadores para integrarem a escala, no caso de não existirem voluntários. Mas, segundo o documento a que o PÚBLICO teve acesso, mantém a deslocação para um hospital diferente como não configurando uma mudança do local de trabalho. Sem referência clara à adesão voluntária, para os sindicatos médicos está aberta a porta a uma “mobilidade forçada” e “encapotada”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










