Laborinho Lúcio: um intelectual raro que coloriu a Justiça
Destoava da imagem cinzenta que se cola amiúde aos homens da Justiça. Era um magistrado fora da caixa que chegou a ser actor de teatro, a cantar fado e a distinguir-se como dançarino de folclore. Muitos, como o Presidente da República, dizem que era um homem à frente do seu tempo. Com o seu humanismo e pragmatismo ajudou a colorir a Justiça. Álvaro José Brilhante Laborinho Lúcio, visto como um dos maiores da Justiça, morreu esta quinta-feira em Coimbra aos 83 anos, vítima de doença cancerígena.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










