PANGEA CULTURAL

O novo ‘papo’ entre literatura e controle público

Mia Couto (Gui Silva/ Sempre um papo/Reprodução)

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Na noite de 20 de outubro, o auditório do TCEMG, em Belo Horizonte, recebeu o escritor moçambicano Mia Couto para a abertura do projeto Sempre um Papo – TCE Cultural. O autor lançou o livro O Rio Infinito (Companhia das Letras) e conversou com Leila Ferreira sobre o tema “Água, Solo e Gente”.

Gravado e disponível no canal da Associação Cultural Sempre um Papo, o encontro inaugurou uma proposta inédita: levar à esfera pública um diálogo entre literatura, cidadania e controle social. “A palavra é uma forma de regar o futuro”, disse Mia Couto, em tom poético, ao relacionar a escrita à ideia de resistência e cuidado.
Afonso Borges, idealizador do projeto, sintetiza assim o novo formato: “Transformar a fiscalização em consciência e o controle em cidadania deve ser o modo de nos conectarmos com este tempo”.
O projeto, parceria entre o TCEMG e a associação criada por Afonso Borges, tem patrocínio da Copasa, via Lei Rouanet, e agenda encontros com Itamar Vieira Júnior (28/10), Conceição Evaristo (05/11) e Aílton Krenak (10/12). Os debates abordarão temas ligados à educação, justiça climática e direitos sociais.
A questão que surge nos corredores das cortes é: por que os tribunais de contas dos outros estados não fazem igual? É uma excelente ideia para o Brasil.

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