Yazz Ahmed mergulha na sua identidade em Coimbra e no Seixal
A Paradise in the Hold, o excelente quarto álbum da trompetista Yazz Ahmed, lançado no início deste ano, começou a tomar forma muito lá atrás, em 2014, quando ainda só tinha publicado o seu disco de estreia. Na altura, graças a uma bolsa da Jazzlines Fellowship, Ahmed pôde viajar para o país onde nasceu, e de onde saiu aos nove anos rumo a Londres. E aterrou no Bahrein, interessada em estudar a música tradicional local, da qual se tinha desvinculado por completo, interessada que estava em procurar quer as canções interpretadas em casamentos e em cerimónias populares, quer nos poemas e nas temáticas ligados à beleza e à natureza presentes em muito do reportório.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










