João Canijo reúne a trupe das feridas reais: Rita, Anabela, Beatriz
Tomara que os espectadores vissem os posters — mas não haverá plano de pormenor deles… — que anunciam a carreira do Teatro da Manutenção: um Hamlet ou A Fera Amansada de Shakespeare, por exemplo, um Strindberg ou a Confissão ao Luar, de Eugene O’Neill. São como espectáculos que alguém um dia sonhou fazer. Como um impulso que tomou forma de cartaz, um pé na realidade e outro no desejo. São piscadelas de olho de que ninguém vai usufruir, nem do seu grafismo nem da invenção posta nos jogos com os nomes de intérpretes e de toda uma equipa artística, a começar pelo encenador, um tal Fernando Neves de Almeida. É uma pequena cacofonia da imaginação nas letras e no design que nos recebe num foyer mobilado a Daciano da Costa.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










