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Se a comunidade internacional tivesse abandonado a Guiné-Bissau “era menos grave”

A impotência do principal partido da Guiné-Bissau para inverter a situação extremamente desfavorável em que se encontra é palpável. Excluído o líder do PAIGC da corrida presidencial e impedida a coligação PAI-Terra Ranka de participar nas legislativas, só resta ao partido da libertação nacional, ao antigo partido único e ainda maior partido do país tentar fazer uma coisa que até agora não foi capaz: mobilizar a rua em protesto.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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