Corte de tecidos em partos vaginais: em dez anos, taxa desceu de 63% para 21% nos hospitais do SNS
A prática de episiotomias nos hospitais públicos de Portugal diminuiu significativamente entre 2013 e 2022, revela um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). De acordo com as conclusões desta investigação, publicada recentemente na revista científica International Journal of Gynecology and Obstetrics, em 2013 a percentagem de episiotomias (corte de tecidos vaginais) realizadas em partos vaginais não instrumentados fixava-se nos 63% do total, número que desceu para os 21% em 2022. Porém, esta diminuição foi acompanhada por um ligeiro aumento das lacerações perineais mais graves (0,15% em 2013, para 0,31% em 2022), que comprometem a recuperação das parturientes.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










