Pandji Pragiwaksono (IMDB;/Reprodução)
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Pandji Pragiwaksono, comediante indonésio que lotava estádios, recomeça do zero em Nova York após enfrentar polêmicas. Suas piadas ácidas e politicamente incorretas, especialmente uma que misturou política e religião na Netflix, geraram protestos e investigação por blasfêmia. Ele, no entanto, se orgulha do feito e abraça o anonimato. Descubra sua jornada de reinvenção.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Um dos comediantes mais bem-sucedidos da Indonésia, Pandji Pragiwaksono, 47 anos, amarga a mesma realidade de quem está começando a carreira nos clubes de stand-up, em Nova York. Acostumado a lotar estádios em sua terra natal, ele decidiu recomeçar do zero na meca dos humoristas depois de colecionar desafetos com suas piadas ácidas e politicamente incorretas. Um chiste que misturava política com religião em seu especial na Netflix desencadeou a ira de seguidores do islã e motivou uma investigação policial, sob acusação de blasfêmia. “Milhares de muçulmanos foram às ruas protestar contra minhas piadas”, diz Pandji, orgulhoso de seu feito. Agora distante das garras do governo, ele tenta se projetar nas noites de palco aberto em que se apresenta para gente que sequer sabia da fama que ele obteve do outro lado do mundo. “Adoro recomeçar do zero”, afirma ele, dando de ombros para o anonimato.
Com reportagem de Flávio Monteiro, Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 7 de agosto de 2026, edição nº 3007