SAÚDE E BEM ESTAR

Caso Henri Castelli: 8 cuidados que uma pessoa com epilepsia deve ter

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A convulsão de Henri Castelli no BBB 26 acende alerta. A presidente da Liga Brasileira de Epilepsia, Letícia Sampaio, lista orientações essenciais para pessoas com crises desencadeadas por estresse físico e emocional. Veja as dicas cruciais para reduzir riscos e garantir bem-estar.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

A convulsão sofrida por Henri Castelli durante a prova do líder do BBB 26, na quarta-feira, 14, acendeu um alerta sobre os cuidados necessários para pessoas com convulsão desencadeadas por estresse físico e emocional, especialmente quem tem epilepsia. À coluna GENTE, a presidente da Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), Letícia Sampaio, lista orientações fundamentais para reduzir o risco de crises.
Leia também: BBB 26: Médico explica convulsão de Henri Castelli e as consequências

Medicação em dia. O uso correto do anticonvulsivante é essencial. “O remédio deve ser tomado diariamente, no horário prescrito, sem interrupções ou ajustes por conta própria. A regularidade mantém níveis estáveis no sangue; atrasos, esquecimentos ou suspensão abrupta podem desencadear crises, inclusive mais graves”, explica.

Sono regular. A privação de sono é um dos gatilhos mais comuns. “Ela aumenta a excitabilidade elétrica do cérebro e favorece as crises”.
Evitar álcool e drogas recreativas. O álcool pode interferir na medicação e alterar a atividade cerebral, aumentando o risco — sobretudo no período de ressaca. Drogas ilícitas também devem ser evitadas.

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Cuidado com estímulos específicos. Pessoas com fotossensibilidade devem evitar luzes piscantes. Em alguns casos, videogames e outros estímulos já associados a crises também precisam ser restringidos.
Controle do estresse. Atividade física orientada e psicoterapia ajudam no manejo do estresse, que “pode alterar os neurotransmissores e os hormônios, o que leva ao desencadeamento da crise”.
Acompanhamento médico regular. Consultas com neurologista permitem ajustes de dose, redução de efeitos colaterais e personalização do tratamento.

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Rede de apoio. Pessoas próximas devem conhecer a condição do paciente e saber como agir durante uma crise. “Isso reduz o risco de lesão e de ansiedade”, comenta
Diário de crises. Registrar horários, possíveis gatilhos e medicações auxilia na identificação de padrões e no ajuste terapêutico.
Segundo Letícia , o site da LBE disponibiliza um plano de ação para download. O documento reúne informações essenciais, como contatos de emergência, tipo de epilepsia (focal, generalizada, funcional ou desconhecida), causa e medicamentos em uso para que o paciente tenha orientações claras e acessíveis em situações de urgência. Após duas crises com intervalo de poucas horas, Castelli recebeu atendimento da Globo e foi levado para fazer exames em um hospital na Barra da Tijuca. A causa real da convulsão, entretanto, ainda não foi divulgada.

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