“Vamos para debaixo da ponte?” Pátio da Quintinha teme despejo de quase cem moradores
A evocação sai em tom neutro, quase a destoar do frio soprado pela brisa do fim de tarde de Outono. “Quando vim para cá, nem água tínhamos. Nem casa de banho. As melhorias que aconteceram foram feitas por cada um de nós.” Para Gualdino Ferreira, de 84 anos, a descrição de como era o Pátio da Quintinha, em 1956, era ele ainda adolescente, vindo de uma aldeia do concelho beirão de Castro de Aire, assume-se memória tão vívida quanto irreal de outros tempos da antiga vila operária.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










