DESPORTO

Até às fatias douradas, venham outros encantos

Como relaxarAs festas de Natal e da passagem de ano começam agora. Muito antes das fatias douradas, das passas e do champanhe, para muitos (ou alguns) portugueses este é o tempo de esmifrar motores de busca, apps de reservas e agências de viagens para marcar uma escapadinha de Natal e Ano Novo. Dentro de portas, o Algarve e a Madeira continuam a ser destinos apetecíveis e com elevada procura na hotelaria. Nos destinos internacionais, destacam-se Cabo Verde, Brasil ou Dubai.Um resort para descobrir outra Vilamoura de luxo e um hotel em forma de agulha, com 377 metros de altura e o selo de mais alto do mundo (no Dubai, pois claro) são duas das propostas à consideração.Por onde andarIniciado o novo capítulo do Museu Nacional da Música em Mafra, temos outra deixa museológica: o Museu do Abade de Baçal, em Bragança. Já lhe demos conta da sua reabertura, há um par de semanas, mas voltamos ao assunto com visita guiada por Sérgio C. Andrade e abrilhantada pelas fotos da casa.Aos palcos vão os Clássicos em Cena do Teatro Maizum, as explorações de Vera Mantero em _Chãocéu e a Branca de Neve & Outros Dramalhetes encenada por Nuno Carinhas, entre outras acrobacias. Para os melómanos fica uma Feira do Vinil; a acenar aos natalinos e à agenda da quadra vem Perlim e um espectáculo com 220 drones.O que comerE se o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e a Quinta da Regaleira fossem feitos de chocolate? Quem ficou curioso com a imagem, pode atestar o resultado ao vivo e a cores na Chocovila Encantada. É lá que estão expostos os trabalhos do chocolateiro Álvaro Romero Martin, cozinhados ao longo de seis meses com três toneladas do ingrediente guloso.Entre castelos e palácios, vamos também à mesa “com um rei que adorava pão com manteiga e uma rainha que andava de bicicleta”, entre outras curiosidades desvendadas no Quotidiano da Mesa Real, o novo percurso do Palácio Nacional da Ajuda (Lisboa).Com o tempero da contemporaneidade apontamos a garfada ao Ezo da georgiana Maia Bodjgua, no Porto; aos menus exclusivos a preço convidativo da Porto Restaurante Week; à trufa branca de Alba servida em Lisboa; e a 13 restaurantes para comer o Brasil e o mundo em São Paulo.O azeite novo da Quinta de Ventozelo e um cardápio de prémios – Chef do Futuro para André Cruz (Feitoria), 285 soletes da Repsol para Portugal, os contemplados da La Liste e os vencedores do Guia Michelin Espanha – completam a cesta.O que beberO ano foi bom, o trabalho de enologia irrepreensível e este é, na opinião de Manuel Carvalho, “com muita probabilidade o melhor Adelaide” de sempre. Falamos de um tinto duriense da Quinta do Vallado, do ano de 2017, que “vale a pena mastigar”. Na carta está também todo o outro potencial que tem o terroir da ilha da Madeira, para lá do emblemático generoso com séculos de história.O que verA crise da habitação é o assunto difícil transformado em matéria de riso na série Porta Premium. Criada e realizada por Tota Alves e protagonizada por Gonçalo Waddington, acompanha o dia-a-dia de uma agência imobiliária de Loures, em formato mockumentary e a lembrar o estilo de The Office, e está disponível na RTP Play.Nos cinemas estreiam-se, entre outros filmes, Urchin – Pelas Ruas de Londres, um drama com assinatura de Harris Dickinson, que interpreta um jovem toxicodependente a viver nas ruas de Londres, e o segundo tomo de Zootrópolis, comédia de animação da Walt Disney Animation Studios.O que lerO Cérebro Ideológico propõe uma reflexão sobre o papel que o cérebro tem no processo de radicalização das pessoas. Escrito pela neurocientista e psicóloga política Leor Zmigrod, é uma das propostas de leitura na estante, onde também se encontram Memórias das Montanhas Distantes do Nobel Orhan Pamuk, Viver com Homens – Reflexões sobre o Caso Pelicot da filósofa Manon Garcia, A Rota do Ouro – Como a Índia Antiga Transformou o Mundo de William Dalrymple e Histórias Que as Ruas Contam de Rui Passos Rocha.Mais uma entrada para a agenda: a 9 de Dezembro, o Encontro de Leituras celebra o seu quinto aniversário com a poeta angolana Ana Paula Tavares, distinguida com o Prémio Camões 2025.E, a fechar, a dica d’O Mensageiro para a petizada, uma história cheia de mar, com um desfecho que abre espaço a diferentes interpretações e lembra “que também são os leitores que fazem os livros”.Relaxe também por aqui

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