Sérgio Oksman põe pais e filhos à sombra de Kubrick
Sérgio Oksman (São Paulo, 1970) é um cineasta raro — tão raro que só neste ano, em 2025, estreou a sua segunda longa-metragem, exactamente dez anos depois da primeira. Mas não sabe fazer cinema de outro modo, como confessou ao Ípsilon quando esteve no Doclisboa há poucas semanas a apresentar fora de concurso Um Filme de Terror, a dita segunda longa, que está agora na competição Cinema Falado do Porto/Post/Doc (Batalha, segunda-feira, às 21h30, e terça-feira, às 18h45). “Os meus filmes não se podem fazer de fora”, explica frente a um café na Culturgest. “É um processo vital, uma forma de fazer cinema muito dolorosa, e mais importante que tudo o resto. Eu vejo muito pouco cinema, passo o dia lendo e escutando rádio, não tenho uma grande cultura cinematográfica… Por isso também faço um filme a cada dez anos, porque passo dez anos a recuperar do processo!”Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










