DJ Haram leva-nos a dançar contra o medo
Zubeyda Muzeyyen, mais conhecida como DJ Haram, apareceu no ecrã a partir de um cibercafé, algures em Berlim. Encontrava-se a meio da digressão que a leva esta sexta-feira à Galeria Zé dois Bois (ZDB), Lisboa, para apresentar Beside Myself (ed. Hyperdub/Flur), o seu disco mais recente. Naquela tarde, a tranquilidade do seu rosto contrastava com a trepidação ansiosa das 14 faixas do seu mais ambicioso disco a solo. Afinal, quem lhes entregar os ouvidos, ou se juntar ao público desta noite, dificilmente resistirá à violência festiva desta música: um fluxo imparável de hip-hop, trap, guetto house, trance, noise, metal e sonoridades do Médio Oriente e da América Latina. Ou, numa modesta imagem, o mundo a desfazer-se e a fazer-se em sons. Sobre a nossa cabeça.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










