TECNOLOGIA

O Baixo Vouga não desiste de lutar pelo seu arroz e agora ganhou um aliado: um velho moinho

Rogério Saramago cresceu a ouvir o avô paterno contar histórias sobre o moinho onde passava parte dos seus dias a moer os cereais que a terra lhe dava. Os anos passaram, o moinho foi-se degradando até ficar reduzido a uns meros “vestígios” daquilo que tinha sido. Há quatro anos, Rogério, actualmente com 36 anos, decidiu comprar aquelas ruínas e dar-lhes uma nova vida. Com a ajuda da família, arregaçou as mangas e dedicou praticamente todos os seus fins-de-semana ao moinho que o avô costumava utilizar mediante o pagamento de uma renda. Teve de erguer paredes que já não existiam, adquirir quatro mós de pedra e começar a afinar o engenho. Uma dessas mós está reservada para o descasque de arroz que sai dos campos ali à volta, no Baixo Vouga Lagunar, e cujo cultivo tem sido marcado por vários avanços e recuos. A recuperação do Moinho da Passagem afigura-se como um sinal de esperança.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo

Para continuar no site, por favor, desative o Adblock.

Por favor, considere apoiar o nosso site desligando o seu ad blocker.