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Costa diz que Presidentes reeleitos não têm ajudado à “estabilidade”. Marcelo não se revê

Num regime parlamentar como o português, o Presidente da República deve ser árbitro, não jogador. O recado é de António Costa que, no prefácio do livro Que Presidente da República para Portugal? – Contra a tentação presidencialista do constitucionalista Vital Moreira, vinca que quem se senta em Belém deve ter uma função “essencialmente moderadora” e ser o “garante do regular funcionamento das instituições” – o que não tem acontecido, conclui. Marcelo Rebelo de Sousa anotou os recados, mas não se reviu nas críticas e defendeu que a estabilidade “funcionou em momentos críticos”, insistindo que houve “sintonia” entre Belém e São Bento durante “oito anos e meio”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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